Alerta de tendência: As 7 peças jeans mais legais do momento



Faz tempo que o jeans deixou o limbo de material exclusivo para calças de trabalho e se aventurou nos terrenos da moda, virando peça de luxo e entrando nas coleções das grandes marcas pela porta da frente. Foi um upgrade merecido: o material é versátil (permitindo diversas lavagens, texturas e resultados finais) e durável (o que significa que aquela roupa não vai rasgar em sua primeira lavagem). O grande salto do utilitário para o fashion, no entanto, abriu os olhos dos estilistas para uma nova gama de possibilidades para o jeans dentro da moda. Não é mais nem necessário que o resultado final seja esportivo ou resistente: o jeans agora é um material como qualquer outro, podendo ser simplificado ou glamurizado ao gosto do freguês.





 Quando o verão terminar e as coleções de inverno começaram a aparecer nas lojas, um pouco desta tendência - que já é relevante fora do Brasil - deve chegar também por aqui. Por isso, o blog separou as 7 melhores peças jeans das coleções internacionais de inverno 2016. Vá treinando seu olho e, quando a temperatura baixar, saia afiada para este garimpo.



Damien Hirst e o Pharmacy II


O artista plástico Damien Hirst passou boa parte do seu tempo, até uns dez anos atrás, criando babado e confusão na noite londrina. Sua turma, que incluía ninguém menos que Kate Moss e os irmãos do Oasis, ficou famosa pelas passagens icônicas pelos bares locaisl. Em 1998, ele decidiu lançar sua própria versão de um lugar legal de se estar, e abriu o Pharmacy Restaurant & Bar, com um conceito revolucionário em seu design de interiores: cobrir as paredes (feericamente iluminadas de neon azul) com remédios de todo tipo. 




 Uma longa guerra com o departamento de saúde da Inglaterra, que não achou tanta graça na ironia, começou. O resultado é que o Pharmacy, depois de uma chuva de críticas, foi obrigado a fechar as portas em 2013. Agora, 3 anos mais tarde, ele ressurge completamente novo, ainda que um pouquinho mais careta. Hirst, que desembolsou 25 milhões de libras para comprar sua própria galeria, escolheu-a como lugar para abrigar o Pharmacy II, uma releitura do primeiro restaurante. Localizado dentro de um ambiente de trabalho, e longe do passado festeiro do artista, ele manteve algumas características da decoração original, abaixando um pouco o tom conceitual. Será que agora esta idéia vai ficar mais palatável para o público? Confira as imagens que o blog separou e tire suas próprias conclusões.